terça-feira, 17 de maio de 2011

Minha Verdade


Mergulhei no mais profundo de minha escuridão
Disposta a enfim me decifrar
Havia sonhos desfeitos pelos imensos vãos de mim
Havia uma dor imensa
Que eu mesma ajudei a criar

Olhei atenta àqueles vãos escuros
Que mais pareciam uma casa vazia
Esperando por alguém para habitá-la

E foi então que descobri minha verdade
Aquela casa era meu corpo
Esperando a minha alma regressar.

8 comentários:

  1. Minha amiga arrasa nos seus poemas...parabéns.

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  2. Ai, André, Não imaginei que você fosse se identificar com ele, muito obrigada!

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  3. Valeu Thiago, e continue acompanhando enquanto a leitura lhe for agradável.

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  4. Ah, Antoniel, vc n conta, rsrsrsrs!

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  5. Estou sempre por aqui. Que bom que depois do encontro você acelerou a produção literária. Muito Bacana!

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  6. Valeu mesmo Samuel! Na verdade, tenho preguiça de postar, mas escrevo com frequência! Obrigada pelas visitas. Saiba que tbm me viciei no 'efeito cafeína', rsrs

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